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Histórias do Amazonas

Amazonas é o maior Estado do Brasil, tendo como Capital Manaus, principal Portão de Entrada para a Região Norte.

O Estado do Amazonas teve sua época áurea no tempo dos Barões da Borracha. O produto, trabalhado em meio à floresta amazônica, movimentava todos os portos do Estado, em vultuoso comércio de exportação através do Porto de Manaus, construído em 1907, com docas flutuantes que facilitam o transbordo das cargas dos navios de menor calado que percorrem os rios.

Com o declínio da produção da borracha, o Governo Federal criou o Porto Livre visando incentivar a criação de indústrias, no Estado, e promover o desenvolvimento da região.

O Estado do Amazonas é ao mesmo tempo o mais baixo e o mais alto Estado do Brasil. Nenhum outro apresenta elevações que ultrapassem a altitude do Pico da Neblina (3014 m), nem tão grande extensão de terras baixas, a menos de 100 metros de altitude.

A quase totalidade do Estado está compreendida na planície amazônica, sendo que 97% estão nas chamadas "terras firmes" e 3% nas "várzeas".

Do seu território extraem-se borracha, castanha do pará, cacau, essência de pau-rosa, óleo de copaíba (cicatrizante, entre outras utilidades), guaraná natural (com produção para exportação), mandioca, milho, feijão.

A juta e a pimenta-do-reino, levadas pela imigração japonesa, são hoje importantes produtos de exportação.

O manganês e o ouro são os principais produtos minerais. As indústrias textéis, de alimentos, refinaria de petróleo, beneficiamento de borracha e castanha, e a prensagem da juta completam a produçào do Estado.

O regime das chuvas é a base do conceito popular de estações do ano: estação chuvosa, inverno e estação seca, verão. Os dias são sempre quentes, mas as noites são frescas.

Na Região Amazônica são encontrados o Parque Nacional da Amazônia, o Parque Nacional do Jaú e o Parque Ecológico de Janauari.

Alguns livros que falam do Estado do Amazonas: "O Vale do Amazonas" de Tavares Bastos, "História da Amazônia" de Peregrino Junior, "Cobra Norato" de Raul Bopp, e os encantadores albuns da artista inglesa Margareth Mee, com preciosas ilustrações da flora amazônica. Data histórica: 1 de janeiro de 1852, Instalação da Provincia do Amazonas.

Fonte: EMBRATUR


 







Informações sobre o Amazonas
População 2.389.279  Homens 1.200.109  Mulheres 1.189.170 
Área Total(km2) 1.577.820  Densidade pop. 2.00 
Fonte: IBGE

Histórias do Amazonas

O Amazonas
O descobrimento da região hoje formada pelos Estados do Amazonas e Pará foi de responsabilidade do espanhol Francisco de Orelhana. A viagem foi descrita apontando as belezas e possíveis riquezas do local, com os fatos e atos mais prováveis de chamar a atenção da coroa espanhola. Durante essa expedição (ocorrida à época 1541-42), os espanhóis teriam encontrado as mulheres amazonas guerreiras, sobre as quais há muita fantasia, mitos e folclores.
Após tantas aventuras e descobertas, a região acabou ficando abandonada e caiu no esquecimento, até que os frades Domingos de Brieba e André Toledo, realizando uma nova descida para o rio Amazonas, alcançassem Belém do Pará, despertando o interesse de outros capitães portugueses. Quem assumiu a empreitada foi Pedro Teixeira, um dos maiores matadores de índios daqueles tempos, mesmo depois de a Câmara Municipal de Belém do Pará ter se manifestado contra a saída dos soldados.
A viagem com destino aos confins da Amazônia é feita em 1637, arrastando mais de 2 mil índios e tomando posse da região de Paianino a 16 de agosto de 1639. Desse modo foi justificada a expedição da Carta Régia, que criaria a capitania do Cabo do Norte, em 1637, por Felipe IV da Espanha.
Todo o gasto empreendido pela expedição, no entanto, não era suficiente para salvar a Amazônia daquele tempo do abandono, principalmente o espaço físico enorme que ia da foz do rio Amazonas à província de Quito e dos altiplanos guianenses à Bacia do Mamoré – Guaporé.


A Capital

A capital do Amazonas foi, talvez, a cidade que mais conheceu a riqueza, os encantos e o glamour do primeiro mundo no Brasil, somando a seus rios e florestas o ouro e a sofisticação importadas da Europa.
Localizada à margem esquerda do rio Negro, Manaus teve origem em um pequeno arraial formado em torno da fortaleza de São José do Rio Negro, criada para guarnecer a região de possíveis investidas dos inimigos, em 1669. Erguida a base de pedra e barro, sem fosso e quadrangular, a construção foi chamada de Forte de São João da Barra do Rio Negro e ficava a três léguas da foz do rio. Durante 114 anos, o forte manteve suas atividades de defesa da região.
O arraial foi fundado em 1669, passando a ser o Lugar da Barra e tornando-se sede da capitania de São José do Rio Negro (ano de 1758). No princípio do século XIX, em 1833, foi elevado à categoria de vila com o nome de Manaós, em homenagem à tribo de mesma denominação que se recusava a ser dominada pelos portugueses e negava ser mão-de-obra escrava (para militares e religiosos). Quando recebeu o título de cidade em 24 de outubro de 1848, era um pequeno aglomerado urbano, com cerca de 3 mil habitantes, uma praça, 16 ruas e quase 250 casas.
O apogeu da capital do Amazonas aconteceu com o “achado”, por parte dos  estrangeiros: o látex. Apoiada na revolução financeira e econômica proporcionada pela borracha, a antiga Manaus foi a cidade mais rica do País por muito tempo, conforme relata o escritor amazonense Márcio Souza em “Uma Breve História do Amazonas”. A “metrópole da borracha” tem início em 1900. Nessa época, o crescimento e desenvolvimento da capital acontecem com traços culturais, políticos e econômicos herdados dos portugueses, espanhóis e franceses. A riqueza do latéx proporcionou uma reviravolta estrutural, implantando serviço de transporte coletivo de bondes elétricos, sistema de telefonia, eletricidade e água encanada, além de um porto flutuante, que passou a receber navios de diversas bandeiras e tamanhos.
Depois da borracha veio a Zona Franca de Manaus. A cidade ganhou um comércio de importados e depois um pólo industrial onde se concentram centenas de fábricas. Com a ZFM a capital voltou a experimentar um súbito crescimento demográfico: a população passa de 200 mil habitantes na década de 60, para 900 mil nos anos 80 e, finalmente, 1,5 milhão em 2002, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O parque industrial de Manaus hoje abriga mais de 400 empresas mundialmente conhecidas que geram mais de 50 mil empregos diretos; 350 mil indiretos, somente na cidade de Manaus e outros 20 mil nos demais Estados da região. Atualmente, o volume de capital gerado pela ZFM é superior a US$ 10 bilhões.

Conheça Mais  http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Amazonas

 

 

 

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